Contribuição ao Cálculo da Punção - NBR 6118/2003 Giordano José Loureiro, Engenheiro Civil pela Universidade Federal do Ceará / Profissional Liberal, giordano@giordano.eng.br, Fortaleza, CE Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar à comunidade da engenharia de estruturas uma análise do dimensionamento de lajes à punção, principalmente, das tensões de cisalhamento provocadas pelos esforços solicitantes, segundo a NBR 6118. No entanto, ele não se limitará apenas a transcrever as fórmulas e as recomendações da norma. O seu intuito é fazer uma análise crítica das mesmas, mostrandoa origem de algumas fórmulas e deduzindo outras equações que lá não constam, o que irá conduzir a divergências em relação a outros trabalhos publicados a respeito do assunto. Serão abordados somente os itens da norma que precisam ser esclarecidos ou que necessitam de complementação para a sua devida aplicação. Inicialmente, foi feita a definição dos perímetros críticos onde serão comparadas as tensões solicitantes com as tensões resistentes de cálculo. Foi apresentado, também, um método simplificado para o pré-dimensionamento à punção, onde astensões solicitantes são calculadas apenas em função da força normal ou reação de apoio, quando ainda não são conhecidos os valores dos momentos não balanceados que devem ser transferidos aos pilares. Em função das tensões resistentes especificadas pela NBR 6118, deduzimos a fórmula para o cálculo da armadura de punção num contorno completo paralelo ao perímetro crítico C’ e fizemos algumas considerações sobre o detalhamento dessas armaduras. Por fim, foram indicados os critérios para a verificação da tensão de punção no contorno C” a uma distância 2d do último perímetro da armadura. |
| A Sociedade e a Engenharia
Antonio Sá Fernandes Palmeira, Engenheiro Civil,Escola de Engenharia do Maranhão, 1973. Trabalha como profissional liberal em projetos e consultoria de Estruturas.
Resumo: O que mais prejudica a Engenharia e os profissionais que tentam sobreviver “vendendo Engenharia” é a impossibilidade cultural da sociedade em situar perfeitamente a posição da Engenharia, como tecnologia que é, no contexto das indústrias. O autor, analisando o ângulo de cada segmento da sociedade envolvido no processo, mostra que, segundo a forma de agir deles e dessa confusão causada pelas diversas visões distorcidas do papel da Engenharia, acaba por prejudicar toda a sociedade. Concluindo finalmente que o reparo dessa situação, apesar de possível, é muito penoso, por passar por um processo geral de reeducação. |
| Comparando o dimensionamento de perfis I com o Método dos Estados Limites e das tensões admissíveis de acordo com a AISC 2005 e a proposta de revisão da NBR 8800Zacarias M. Chamberlain Pravia, Prof. Dr. da Faculdade de Engenharia e Arquitetura da Universidade de Passo Fundo (UPF), zacarias@upf.br, Passo Fundo, RS| Resumo: O presente trabalho objetiva apresentar a lógica do processo de determinação de carga resistente para colunas de seção I laminadas ou soldadas, usando os métodos de tensões admissíveis e de estados limites últimos segundo a prescrição do AISC de 2005. Através de exemplos pretende-se comparar e comentar as diferenças entre a NBR 8800 de 1986 e a proposta de revisão da NBR 8800, em relação a norma americana AISC 2005, considerando as combinações de carregamento para obter a solicitação de projeto dos perfis. | | Sobre as diretrizes para a durabilidade das estruturas de concreto - Sugestões e comentários à norma NBR6118:2003
Marcos Carnaúba, engenheiro-civil consultor, marcarnauba@gmail.com, Maceió, AL
Resumo:A NBR 6118:2003 contempla mudanças substanciais se confrontada com a versão de 1978/80,enfatizando a vida útil das estruturas assunto novo no Brasil ainda sob o desconhecimento de muitos. Esse trabalho foi enviado à ABECE, em tempo hábil,para ser apreciado durante a elaboração da revisão proposta para 2008 e visa interpretar o que consta do texto oficial sugerindo mudanças e complementos que julgamos necessários. | | Ensino da Engenharia no Mundo Contemporâneo
Antonio Carlos Reis Laranjeiras, Prof. Emérito da Universidade Federal da Bahia, antolara@terra.com.br, Salvador, BA
| Resumo: O texto que segue é uma adaptação da palestra proferida pelos 110 anos da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia, no dia 14 de março de 2007, e seu interesse é o de analisar os desafios do mundo contemporâneo no ensino da Engenharia. |

| Indústria da Construção Egydio Hervé Neto, Eng.° Civil UFRGS 1971, Consultor em Tecnologia do Concreto e Qualidade, Diretor Técnico da VentusCore Soluções em Concreto (www.ventuscore.com.br), egydio@ventuscore.com.br, Porto Alegre, RS | Resumo: Esta expressão é explorada na mídia e na sociedade, traçando um paralelo que "agrada" aos ouvidos e impressiona os sentimentos das pessoas. Tendo em vista esta situação, muito dessa expressão pode ser aproveitada para traçarmos um paralelo entre a "construção" e a produção automobilística, por exemplo. Usando este modelo, o artigo apresenta as diferenças mas traça paralelos que permitem hoje, sistematizar a produção das obras, através não apenas da industrialização, que é possível aplicar apenas em algumas de suas partes, mas principalmente da "racionalização" modelo que proporciona a subdivisãoda obra em etapas a serem desenvolvidas com produtos e parceiros especializados e este procedimento é possível planejar, organizando-o como uma "linha de montagem". Este é um modelo identificado e utilizado na Comunidade da Construção, da ABCP, criada em 2002. O Artigo apresenta um "check list" das etapas de uma construção racionalizada, apresentando os novos atores, geralmente terceirizados, que completam o escopo executivo, sob a gestão de um sistema de controle que preservará a garantia da qualidade. Ao encerrar, colocamos um apelo para estimular as autoridades a compreender a importância da "indústria da construção" frente às demais, como geradora de riquezas e principalmente empregos. |  | Boas Vibrações para a sua ObraAldo Dórea Mattos, Engenheiro civil, Mestre, Advogado, Consultor em gerenciamento de obras, Sócio-diretor da Dórea Mattos Projetos e Construções Ltda., aldo@doreamattos.com.br
| Resumo: A vibração do concreto talvez seja a etapa mais importante da concretagem. Se malfeita, pode representar o surgimento futuro de trincas, a exposição precoce de armaduras e até o comprometimento da peça. Saiba como escolher um vibrador de imersão e acompanhe as dicas para melhorar a vibração do concreto na sua obra. |
| Dimensionamento de pilares em situação de incêndio conforme Eurocode 2 Adaptação de Valdir Pignatta e Silva, professor doutor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, valpigss@usp.br, São Paulo Resumo: As estruturas de concreto, segundo a legislação brasileira, devem ser verificadas em situação de incêndio. A NBR 15200:2004 apresenta recomendações para essa verificação. No caso de pilares, a norma brasileira fornece uma tabela indicando dimensões mínimas em função do tempo requerido de resistência ao fogo. Essa tabela é bastante prática, mas nem sempre conduz a resultados econômicos. A NBR 15200 permite que outros métodos mais precisos sejam empregados como alternativa à tabela. Neste texto, apresentam-se dois métodos simplificados para a verificação de pilares de concreto armado de resistência normal em situação de incêndio. São métodos extraídos da norma européia Eurocode 2, parte 2.
| | Obras de Concreto Comprometidas com a Durabilidade Egydio Hervé Neto, Eng.° Civil UFRGS 1971, Consultor em Tecnologia do Concreto e Qualidade, Diretor Técnico da VentusCore Soluções em Concreto (www.ventuscore.com.br), egydio@ventuscore.com.br, Porto Alegre, RS
| Resumo: Este trabalho apresenta as novas responsabilidades do Proprietário de uma obra frente aos usuários, tendo em vista a sua responsabilidade pela qualidade da edificação imposta pelo Código de Defesa do Consumidor. Leigo, este Proprietário é obrigado a contratar e exigir a Responsabilidade Técnica de Profissionais habilitados, Arquiteto, Engenheiro Civil, e estes, por sua vez, têm o dever de adotar as Normas atualizadas. Neste sentido o Artigo demonstra as grandes vantagens da atual normalização, em vigor desde Abril de 2004, a qual exige a comprovação da qualidade do Projeto inclusive com a participação do Projetista no controle e apoio à execução, sendo a qualidade documentada e formalmente comprovada, entregue ao Proprietário e por este aos usuários, sob a forma do Manua de Uso e Manutenção. |
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